domingo, 15 de agosto de 2010

Violêcia nas Cidades

    Primeiro lugar na lista dos principais problemas enfrentado pela sociedade,  a violência, hoje estampa  a capa dos principais veiculos de informação e telejornais do Brasil e do mundo. Sem dinstição de classe social, raça, religião, a violência não escolhe as pessoas.
    Segundo varios estudiosos da area, o principal causador dos indices alarmantes de violência é o crescimento desordenado das cidades,  o surgimento das favelas, as desigualdades sociais, a falta de oportunidades, de emprego, saúde, educação, moradia, saneamento básico, direito este em que cerca de 49% da população brasileira não tem, entre outros problemas enfrentados pela sociedade. 
Segundo a Constituição Federal de 1988:
    "Art. 144. A segurança pública, dever do Estado, direito e responsabilidade de todos, é exercida para a preservação da ordem pública e da incolumidade das pessoas e do patrimônio, através dos seguintes órgãos: I - polícia federal; II - polícia rodoviária federal; III - polícia ferroviária federal; IV - polícias civis; V - polícias militares e corpos de bombeiros militares."
    Mas se é um direito da sociedade, porque os indices de violências estão cada vez mais altos? É um problema gorvenamental? Porque nenhum politico consegue resolver? O que é preciso para resolver?  Duvidas estas que não saem da cabeça da população.
    A violência não é um problema mal resolvido de um orgão especifico, e sim da sociedade de uma forma em geral. Muitas das vezes invadimos o espaço de um outra pessoa e começamos a interferir na forma em que ela vive, começamos a querer que ela viva do nosso modo. Agimos como se o mundo tivesse que adequar a nossa forma de agir e pensar.
    A questão da violencia é mais uma questão de ética, porque muitas das vezes vemos algo acontecer  em nossa frente e não fazemos nada para mudar. Vemos jovens se prostituindo para se sustentar, crianças entrando no mundo do crime e das drogas e somos hipocritas de dizer que estar tudo bem. Temos a capacidade de eleger uma pessoa para nos representar no governo, mas não fazemos valer o nosso direito de cobrar as promessas que foram feitas durante as campanhas eleitorais.